Pois bem, o que aconteceu foi forte, foi lindo, intenso demais. Me fez sorrir demais, me fez sofrer demais. Eu me apaixonei por quem não devia. Um veterano, que foi embora. E não volta mais. Aconteceu tão rápido. Droga. Mas confesso que foi bem melhor me apaixonar por ele, e deixar o garoto tatuado longe de meus pensamentos. Aliás, eu achei que seria melhor, achei que pudesse dar certo. Como disse meu querido amigo Luan, ele parecia um ‘’príncipe’’,o veterano. Aprendi muitas coisas durante esse tempo. Não consegui esquecer o tatuado, mas agora gosto bem menos dele, e digo isso em termos de amor, de paixão. Não mandei recados, esqueci dele durante esses dois meses de férias. Agora que as aulas voltaram, o vejo duas vezes na semana o que já é demais pra mim. O que também deve ser demais pra ele. Ainda mais pelo rumo que nossa relação tomou, e digo em termos de amizade mesmo. Aliás, com o veterano eu pude enxergar os erros que cometi com o tatuado, falei demais, exagerei sempre, e no final acabei quase que sem a amizade dele. E eu, gostava dele, mas daí o veterano apareceu, salvando minh’alma da tristeza profunda, me afundando mais ainda na escuridão. Digo isso, pois, ao mesmo tempo em que conseguia esquecer aquele, que por vezes me emocionou e fez com que eu ficasse trêmula, ao se aproximar de mim, me apaixonei por alguém que, sabia que estava indo embora, tinha uma sabedoria incrível, uma educação esplendorosa, e escrevia poemas lindos, que me viciaram, e eu lógico sabia que ele estava num pedestal. Era quase intocável. E eu chorei, chorei copiosamente, até que percebi que chorar não adiantaria e não me traria ele de volta. Acontece que, amadureci muito em pouco tempo, estou mais calma, tranqüila, focada. Tenho planos, estou cada vez mais feliz por estar estudando, aprendendo vários macetes do jornalismo, e com muita, muita vontade de atuar na área. Claro que a saudade que sinto do veterano é enorme. Mas pelo menos ele ficou como uma lembrança bonita em minha mente. Pelo menos com ele eu não errei. Pelo menos com ele eu fui eu mesma, sem medo de perdê-lo por não ser a mina ideal, por não pertencer aos padrões estéticos e econômicos que o mundo pede como requisito. Posso ser feliz sozinha, aliás não peço um marido, peço apenas uma companhia simples, que curta, Rock, ou não. Apenas uma companhia que me faça sorrir, conte piadas baratas, me abrace nos dias frios, me abrace nas dificuldades, que me abrace pra me acalentar, só pra que eu saiba que não estou sozinha nesse mundo. Meu negócio não é compromisso sério, afinal as pessoas são livres, e eu faço parte do ‘’INDEPENDENTE FUTEBOL CLUBE’’, como já diria Ultraje a Rigor!! Eu só queria uma companhia pra me fazer esquecer dos problemas do mundo, dos meus problemas, dos seus problemas, do universo vil que nos assola. Comer um xis na esquina, ir numa balada louca, dormir num banco da praça, filosofar durante uma tarde, ou uma noite... Apenas uma companhia pra dar uns beijos, talvez sucumbir ao prazer carnal. Apenas uma companhia... O ano recém começou, ainda há tempo. Tempo pra esquecer meu querido veterano. A imagem que não me sai da cabeça, que gruda mais ainda quando escuto ‘’All of my love’’ do, Led. Que me emociona ao ver que não há mais Luau nos corredores ulbrianos... Não mais. Não por enquanto. Ao menos não com ele...
15 março 2010
08 fevereiro 2010
When I see you smile...
'' Oh, I just gotta know, if you're really there, and you really care. Cause baby I'm not foolin'...''
E que Deus me ajude, e me dê forças, para continuar! Meu bem, esses dias não foram e continuam não sendo fáceis de encarar. Penso, que seria melhor se eu não tivesse te conhecido. E tu, não devia ter puxado conversa comigo. Aliás, o erro foi meu, por ter me deixado seduzir por esses olhos enigmáticos. Um olhar que parecia ter algo para me mostrar, algo a me dizer. Agora, o que me sobrou foram parcas, porém maravilhosas lembranças de ti. Os e-mails que me enviaste, excluí todos, pois já não conseguia mais os ler, sem que eu fosse possuída por um mar de lágrimas. As lágrimas... Essas sim se tornaram minhas companheiras inseparáveis.
Por Deus! Pelos deuses! Por David Coverdale, Slash e David Coimbra!! Por quê, hein? Fizeste com que eu me apaixonasse loucamente por ti, e o pior: eu estou publicando meus textos de amor, que, juro, só foram feitos para ti. Por ti eu estou pagando de garota apaixonada na rede. Por ti eu já nem olho para os lados. Por ti, voltei a levar uma vida decente. Eu não tô nem aí para a opinião alheia, e olha que eu sofri críticas ferrenhas, dos meus amigos. Tudo isso por me expôr desse jeito, e por parecer que eu tô implorando pelo teu amor. Pode até ser que eu esteja realmente, implorando pelo teu amor, mas eu só quero, por favor, que me compreenda, e que continue falando comigo quando retornar (se é que vais retornar), mas por Deus, não me leve a mal, não brigue comigo. Eu faço qualquer coisa por ti. Qualquer coisa mesmo. Oh, darling! O meu coração já não suporta tanta dor, a solidão, o vazio que tua falta me provoca. Tua amizade já é suficiente pra mim. Até se eu ficar só na vontade já não dói, como diz a música... Tu ó belo e encantador rapaz, um apaixonado por palavras bonitas e dono de lindos versos, e poesia viciante, que fizeste-me ver que viver, ainda vale a pena. Sobretudo viver por ti. Viver por ti e para ti, essa que é a minha única vontade! Será que não percebes que te quero todinho pra mim? Eu te quero muito além do prazer carnal, muito além de uma paixão pueril. Eu quero ser a tua felicidade, a tua alegria. Eu vou ser tua, eu quero ser somente tua... Por favor, deixa eu te fazer feliz.
''Sometimes I wanna give up. I wanna quit the fight. And then I see you baby. And everything's all right. When I see you smile, I can face the world. When I see you smile, I see a ray of light. I see it shining right through the rain. When I see you smile, baby when I see you smile at me...''
E que Deus me ajude, e me dê forças, para continuar! Meu bem, esses dias não foram e continuam não sendo fáceis de encarar. Penso, que seria melhor se eu não tivesse te conhecido. E tu, não devia ter puxado conversa comigo. Aliás, o erro foi meu, por ter me deixado seduzir por esses olhos enigmáticos. Um olhar que parecia ter algo para me mostrar, algo a me dizer. Agora, o que me sobrou foram parcas, porém maravilhosas lembranças de ti. Os e-mails que me enviaste, excluí todos, pois já não conseguia mais os ler, sem que eu fosse possuída por um mar de lágrimas. As lágrimas... Essas sim se tornaram minhas companheiras inseparáveis.
Por Deus! Pelos deuses! Por David Coverdale, Slash e David Coimbra!! Por quê, hein? Fizeste com que eu me apaixonasse loucamente por ti, e o pior: eu estou publicando meus textos de amor, que, juro, só foram feitos para ti. Por ti eu estou pagando de garota apaixonada na rede. Por ti eu já nem olho para os lados. Por ti, voltei a levar uma vida decente. Eu não tô nem aí para a opinião alheia, e olha que eu sofri críticas ferrenhas, dos meus amigos. Tudo isso por me expôr desse jeito, e por parecer que eu tô implorando pelo teu amor. Pode até ser que eu esteja realmente, implorando pelo teu amor, mas eu só quero, por favor, que me compreenda, e que continue falando comigo quando retornar (se é que vais retornar), mas por Deus, não me leve a mal, não brigue comigo. Eu faço qualquer coisa por ti. Qualquer coisa mesmo. Oh, darling! O meu coração já não suporta tanta dor, a solidão, o vazio que tua falta me provoca. Tua amizade já é suficiente pra mim. Até se eu ficar só na vontade já não dói, como diz a música... Tu ó belo e encantador rapaz, um apaixonado por palavras bonitas e dono de lindos versos, e poesia viciante, que fizeste-me ver que viver, ainda vale a pena. Sobretudo viver por ti. Viver por ti e para ti, essa que é a minha única vontade! Será que não percebes que te quero todinho pra mim? Eu te quero muito além do prazer carnal, muito além de uma paixão pueril. Eu quero ser a tua felicidade, a tua alegria. Eu vou ser tua, eu quero ser somente tua... Por favor, deixa eu te fazer feliz.
''Sometimes I wanna give up. I wanna quit the fight. And then I see you baby. And everything's all right. When I see you smile, I can face the world. When I see you smile, I see a ray of light. I see it shining right through the rain. When I see you smile, baby when I see you smile at me...''
14 janeiro 2010
Alô você, alô HFL chegaaando... é você mesmo
Alô você, alô HFL chegaaando... é você mesmo... DESISTIR DE UM SONHO, com todos os problemas, com todas as dificuldades... mas eu também estou inconformado com VOCÊ... pois poderia ser hoje você celebrando uma vaga na Zero Hora... se é fácil desistir de um sonho, desistir do jeito como você desistiu é muito difícil... MAMUITOMAISDIFICIO MESMO... é difícil esquecer... o sonho de ser jornalista vai ficar pra sempre aqui com a gente... e para sempre DOIS MIL E DEZ ficará marcado por um coração despedaçado...mas agora, infelizmente você parece perder a batalha e o resultado poderia ser O QUE ACONTECEU EXATAMENTE , agora é hora de reverenciar... Luciano Périco, David Coimbra, William Thiego...AAAAH JORNALISMO, uma carreira brilhante... pra nós é hora de pensar no futuro... é hora de reformular, MUDAR OU MUDAR DE VEZ... vamos colocar os desejos suicidas ABAIXO ABAIXO, e iniciar uma construção sólida para 2010... comunicação social 2010... a carreira de jornalista nem é assim tão longe, não precisa de diploma, élogoali... caso contrário seremos comida de PUBLICITÁRIOS.
Bem, essa idiotice toda (bem, se ver o vídeo de Fernando Vanucci irá entender) é só para dizer que é bem mais fácil desistir dos sonhos, das metas, das vontades, pensar em cortar os pulsos, tudo por conta das enormes dificuldades que nos são apresentadas ao longo do trajeto. Ou mesmo ter medo, medo de escolher algo novo por temer as reações alheias, como trocar o curso da faculdade para algo que seus pais não querem ou seus amigos ridicularizariam.
Uma pessoa que estimo muito vem pensando em desistir dos seus sonhos ultimemamente. Posso não fazê-la mudar de ideia quanto buscar novos horizontes, longe de seus colegas e amigos, mas não posso ficar em silêncio ao ver que está largando tudo o que sempre almejou rumo à depressão. Don't do it with yourself.
04 janeiro 2010
Sobre os pensamentos mais loucos e desconexos
Meu bem, eu não sei o que fazer. Estou aqui, perdida em meio a pensamentos desconexos. Deixaste-me confusa, muito mais louca do que eu já era. Na real eu estou louca de desejo, quero tanto te ter, quero te ajudar a apagar da memória o passado ruim, quero arrancar as dores do teu coração. Eu quero que veja como és especial e o quanto preciso de ti. Mereces tudo de bom que o mundo pode te oferecer. Ora bolas, às vezes, sinto-me tão pueril agindo dessa forma, me revelando por inteiro pra ti, abrindo meu coração já cansado de sofrer... És tão querido, gentil, bondoso e sagaz, mas talvez eu seja inconveniente por falar a verdade nua e crua. Apenas falo (escrevo) o que sinto. Não quero te perder (amigável ou amorosamente) só por isso. Temo que a verdade acabe por te deixar constrangido.
Acontece que, me viciei em ti, na tua conversa, e, agora, não consigo me manter limpa. Tu consegue ser mais viciante que qualquer entorpecente. Não preciso mais, dos meus cigarros e destilados, afinal encontrei algo que me dá muito mais prazer: tu, ó belo rapaz dos olhos misteriosos... E mais: eu não vou tentar me explicar, não tentarei remediar meus impulsos e palavras proferidas. Desde o início, percebi que contigo eu poderia ser eu mesma, sem precisar criar uma personagem ou usar máscaras pra tentar chamar tua atenção. Então, por favor, não me leve a mal, se por acaso eu expor com tanta euforia meus sentimentos. Por que não fazê-lo? Afinal nós estamos longe um do outro, e (infelizmente) não fico frente a frente contigo todos os dias. Pode até ser que tu nunca mais retorne meus e-mails, não converse mais comigo e o escambal, mas eu cansei. Já perdi muita coisa na vida, por medo de arriscar, medo de tentar, medo da negativa. Dane-se tudo, tô bem louca, e, resolvi correr este risco, em nome desse desejo, que consegue ser sereno e ao mesmo tempo avassalador. Oh baby! Relaxe, pois eu apenas quero fazê-lo sorrir...
Acontece que, me viciei em ti, na tua conversa, e, agora, não consigo me manter limpa. Tu consegue ser mais viciante que qualquer entorpecente. Não preciso mais, dos meus cigarros e destilados, afinal encontrei algo que me dá muito mais prazer: tu, ó belo rapaz dos olhos misteriosos... E mais: eu não vou tentar me explicar, não tentarei remediar meus impulsos e palavras proferidas. Desde o início, percebi que contigo eu poderia ser eu mesma, sem precisar criar uma personagem ou usar máscaras pra tentar chamar tua atenção. Então, por favor, não me leve a mal, se por acaso eu expor com tanta euforia meus sentimentos. Por que não fazê-lo? Afinal nós estamos longe um do outro, e (infelizmente) não fico frente a frente contigo todos os dias. Pode até ser que tu nunca mais retorne meus e-mails, não converse mais comigo e o escambal, mas eu cansei. Já perdi muita coisa na vida, por medo de arriscar, medo de tentar, medo da negativa. Dane-se tudo, tô bem louca, e, resolvi correr este risco, em nome desse desejo, que consegue ser sereno e ao mesmo tempo avassalador. Oh baby! Relaxe, pois eu apenas quero fazê-lo sorrir...
03 janeiro 2010
A perda de um dos melhores bateristas do heavy metal da atualidade
Os fãs do Avenged Sevenfold - que já foi assunto aqui no blog - não tiveram motivos para celebrar no fim de 2009. O baterista Jimmy Sullivan foi encontrado morto em sua casa, no último dia 29 de dezembro, na Califórnia. "The Reverender", 28 anos, como era conhecido, teria morrido de causas naturais. A hipótese de ataque cardíaco não foi descartada pelos legistas locais, que, dias depois, anunciaram que a autópsia se revelara inconclusiva.

Sullivan também escrevia algumas músicas da banda, além de cantar partes de alguns sons. O A7x estava por vias de anunciar o lançamento de seu sexto álbum. Os fãs (me incluo nessa) lamentam a morte de "The Rev", mas aguardam que o Avenged Sevenfold não decaía com esse fato e continue fazendo sucesso como uma das melhores bandas da década. Abaixo, duas músicas com participação do baterista: Almost Easy, escrita por ele, e Critical Acclaim, onde o músico canta parte do refrão.
Almost Easy
Critical Acclaim
Sullivan também escrevia algumas músicas da banda, além de cantar partes de alguns sons. O A7x estava por vias de anunciar o lançamento de seu sexto álbum. Os fãs (me incluo nessa) lamentam a morte de "The Rev", mas aguardam que o Avenged Sevenfold não decaía com esse fato e continue fazendo sucesso como uma das melhores bandas da década. Abaixo, duas músicas com participação do baterista: Almost Easy, escrita por ele, e Critical Acclaim, onde o músico canta parte do refrão.
Almost Easy
Critical Acclaim
29 dezembro 2009
Sobre um amor de súbito
Mais uma vez, Carol havia sido vítima do amor. Amor repentino. Surgiu do nada. Mesmo. Fazia mais uma de suas entrevistas, e acabara se apaixonando por seu entrevistado. O que era um sinal de que, o grande amor da vida dela, aquele mesmo que havia conhecido no primeiro dia de aula, no longínquo primeiro semestre, aquele, havia sim ido para o espaço. Pelo menos provisoriamente. Ela sabia que não devia se apaixonar assim, tão fácil. Sofreria novamente, e dessa vez tinha todos os motivos para sofrer. Ele, o entrevistado, estava indo embora. Sua formatura aconteceria no final do ano.
Ele, tão simpático, tão amável e louco. Sim, era louco por ter puxado assunto com ela, mais louca ainda, fato. Haviam se falado no máximo umas duas vezes, ou três, mas eles nem se conheciam... E parecia haver uma atração mútua. Sim, alguma coisa atraía-os, era algo diferente, algo inexplicável, mas algo que havia curado enfim o coração de Carol.
Essa paixão, esse súbito sentimento, havia feito Carol esquecer o pérfido rapaz, aquele com atitudes firmes, com tatuagens no corpo. Aquele que havia lhe dado esperanças, havia lhe tirado o sono, lhe tirado a paciência, lhe sugado as energias. Mas agora, era diferente. O novo rapaz, era calmo, simpático, foi um cavalheiro cedendo uma rápida entrevista. Na hora, Carol nem deu bola, afinal era só mais um entrevistado, não tinha visto nada demais nele. Além disso, a relação com um entrevistado deveria ser extremamente profissional. Mas por ele abriria uma exceção. Só foi se dar por conta de que ele era um rapaz diferente e especial, no outro dia. Subitamente havia se interessado nele. Foi como se o cupido tivesse flechado-a. Foi realmente muito louco e estranho a forma como aconteceu. Carol adorava se apaixonar. Mas havia agora o medo. Sim. O medo de novamente se apaixonar, cair em mais uma rede de intrigas, falsas esperanças e devaneios mil. Talvez fosse um amor platônico, mas a maneira como se olhavam, dizia o contrário, havia sim uma grande atração, ele a queria tanto quanto ela o queria, mas o medo, o medo a impedia de raciocinar. Não sabia o que fazer, não sabia como agir, suava frio, sentia suas pernas tremendo como se estivesse no frio polar, com apenas um vestidinho veranil.
Não conseguia dormir, não conseguia trabalhar direito, não conseguia estruturar suas frases e pensamentos. Tudo era muito, muito confuso. Clamava por um milagre, queria muito que um milagre acontecesse. Precisava daquele milagre, afinal se veriam apenas mais alguns dias e depois disso talvez nunca mais se vissem. Isso fazia com que ela perdesse as forças, a deixava cansada, desolada. Sentia-se inútil, sentia-se frágil, sentia-se apenas apaixonada. E torcia para que o sentimento fosse recíproco, ou que pelo menos, conseguisse arrancar mais alguns sorrisos dele. Os guardaria na memória, para sempre. Os levaria consigo para onde fosse. Ah, aquele sorriso leve, sorriso que lhe causava desejos, lhe acalmava e a fazia sentir-se feliz. Se conseguisse mais alguns sorrisos dele, sentiria-se viva. Teria sonhos tenros, lembrando daqueles olhos, daquela boca, das roupas engraçadas que ele usava.
Precisava de um beijo, apenas um beijo, para saciar seus desejos, para enfim descansar, para assim respirar aliviada. Mas como conseguiria esse beijo, como faria para beijá-lo? Como? Pensava ela, já sem fôlego, com enorme sofreguidão. Com uma ânsia que lhe fazia o coração bater mais forte. Carol queria tanto cuidá-lo, protegê-lo, tê-lo em seus braços...
Malditos corredores ulbrianos que faziam com que, mais uma vez, ela caísse nas armadilhas do amor, e escutasse Led pensando nele.
Ele, tão simpático, tão amável e louco. Sim, era louco por ter puxado assunto com ela, mais louca ainda, fato. Haviam se falado no máximo umas duas vezes, ou três, mas eles nem se conheciam... E parecia haver uma atração mútua. Sim, alguma coisa atraía-os, era algo diferente, algo inexplicável, mas algo que havia curado enfim o coração de Carol.
Essa paixão, esse súbito sentimento, havia feito Carol esquecer o pérfido rapaz, aquele com atitudes firmes, com tatuagens no corpo. Aquele que havia lhe dado esperanças, havia lhe tirado o sono, lhe tirado a paciência, lhe sugado as energias. Mas agora, era diferente. O novo rapaz, era calmo, simpático, foi um cavalheiro cedendo uma rápida entrevista. Na hora, Carol nem deu bola, afinal era só mais um entrevistado, não tinha visto nada demais nele. Além disso, a relação com um entrevistado deveria ser extremamente profissional. Mas por ele abriria uma exceção. Só foi se dar por conta de que ele era um rapaz diferente e especial, no outro dia. Subitamente havia se interessado nele. Foi como se o cupido tivesse flechado-a. Foi realmente muito louco e estranho a forma como aconteceu. Carol adorava se apaixonar. Mas havia agora o medo. Sim. O medo de novamente se apaixonar, cair em mais uma rede de intrigas, falsas esperanças e devaneios mil. Talvez fosse um amor platônico, mas a maneira como se olhavam, dizia o contrário, havia sim uma grande atração, ele a queria tanto quanto ela o queria, mas o medo, o medo a impedia de raciocinar. Não sabia o que fazer, não sabia como agir, suava frio, sentia suas pernas tremendo como se estivesse no frio polar, com apenas um vestidinho veranil.
Não conseguia dormir, não conseguia trabalhar direito, não conseguia estruturar suas frases e pensamentos. Tudo era muito, muito confuso. Clamava por um milagre, queria muito que um milagre acontecesse. Precisava daquele milagre, afinal se veriam apenas mais alguns dias e depois disso talvez nunca mais se vissem. Isso fazia com que ela perdesse as forças, a deixava cansada, desolada. Sentia-se inútil, sentia-se frágil, sentia-se apenas apaixonada. E torcia para que o sentimento fosse recíproco, ou que pelo menos, conseguisse arrancar mais alguns sorrisos dele. Os guardaria na memória, para sempre. Os levaria consigo para onde fosse. Ah, aquele sorriso leve, sorriso que lhe causava desejos, lhe acalmava e a fazia sentir-se feliz. Se conseguisse mais alguns sorrisos dele, sentiria-se viva. Teria sonhos tenros, lembrando daqueles olhos, daquela boca, das roupas engraçadas que ele usava.
Precisava de um beijo, apenas um beijo, para saciar seus desejos, para enfim descansar, para assim respirar aliviada. Mas como conseguiria esse beijo, como faria para beijá-lo? Como? Pensava ela, já sem fôlego, com enorme sofreguidão. Com uma ânsia que lhe fazia o coração bater mais forte. Carol queria tanto cuidá-lo, protegê-lo, tê-lo em seus braços...
Malditos corredores ulbrianos que faziam com que, mais uma vez, ela caísse nas armadilhas do amor, e escutasse Led pensando nele.
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