18 junho 2009
Matem o mensageiro
O denuncismo de que fala o presidente é em relação às frequentes acusações da imprensa sobre o poder legislativo: a farra das passagens, o castelão, os atos secretos. Ou seja, Lula age agora como aquele rei que, diante de uma má notícia trazida por um mensageiro, mandava matar o mensageiro ao invés de resolver o problema.
Se os parlamentares fazem festa com o dinheiro do povo e Sarney privatiza um órgão público como é o Senado, a culpa é de quem denuncia isso tudo. Pelo menos para o nosso presidente funciona assim, o que os olhos não lêem o coração não sente.
Pra variar, Lula mantém a posição de se ausentar diante dos escândalos. Assim como agiu no caso do mensalão, o presidente optou mais uma vez por passar a mão na cabeça dos "condenados pela imprensa".
Outra bola fora e tanto é claramente querer usar sua popularidade para legitimar essas atitudes ilícitas.
E Lula faz escola: Sarney discursou e também saiu pela tangente. Assim como Lula no mensalão, fez que não viu. Não sabia dos três mil reais de auxílio-moradia que entravam em sua conta todo mês, sendo que ele já possuia residência em Brasília, e não sabia que Epitácio Cafeteira (PTB-MA) havia empregado um neto seu.
Na verdade, é essa a verdadeira função da imprensa: atualizar os próprios envolvidos nos escândalos. Afinal, eles nunca sabem de nada. O problema é que eles preferem não saber de nada. Nesse caso, matem o mensageiro e pronto! Resolvido o problema.
06 junho 2009
A Vingança dos Nerds!!
No domingo passado assistindo o Domingão do Faustão, vi o quadro ''Garagem do Faustão'' no qual bandas querem mostrar seu talento e quem sabe conquistar seu lugar ao sol. Tudo bacaninha, mas num certo ponto me aborreci, pois o gordinho insistia em chamar a Izmália de Izmalia, sem o acento, repetiu inúmeras vezes o nome dela sem o acento e que já não consegui me conter, era muito chato escutar o nome dela sendo proferido sem o tal acento. A guria é daqui do Sul, manda tri bem no vocal e só o fato de o Faustão ter falado o nome dela sem acento, praticamente anulou as chances dela no tal concurso. Vamos combinar, Izmalia um nome sem acento, é um nome sem expressão, agora se pronunciado corretamente, IZMÁLIA, daí já dá uma ''pompa'', consegue chamar a atenção, tem força e talvez tivesse dado mais chances, mais votos, enfim...26 maio 2009
Da série ''Como se divertir na internet''
Eu assisti esse vídeo por inúmeras vezes. E não canso...
Eu sei que, nós não devemos rir da desgraça alheia, mas esse tombo foi realmente hilário. Bah o Caê ali, tri compenetrado, um artista brilhante, seus fãs lá, fervorosos, emocionados fazendo coro, justo quando ele cantava Força Estranha.
Ele num barato alucinante, a gente vê pela cara dele, que aquilo lhe dava satisfação, talvez estivesse chegando ao nirvana extremo, e eis que uma ''força estranha'' o arremessa pra fora do palco. Acho engraçado, pois no barato todo, ele esqueceu que o palco tinha fim,e foi caminhando e cantando, caminhando e cantando, sem medo de ser feliz, pensando que era Jesus Cristo caminhando sobre o mar da Galiléia, rarará!!
Agora, se não foi a tal força estranha, certamente foi uma força sobrenatural que o fez beijar o chão!! Mas ele, como um dos mais respeitados e idolatrados artistas do nosso país, teve muito charme e elegância, levantou como se nada tivesse acontecido, e saiu mandando beijinho pra galera... Vamos combinar né gente, Caetaninho se saiu muito bem, ele simplesmente deu um show de interpretação, louco de dor, acenando e mandando beijos como se fosse uma miss. Rarará...
25 maio 2009
Sobre Jonas Brothers, Fantástico e Keyboard Cat
Se a Globo fazia matérias explanando comunidades (só faltou falarem “de um site de relacionamentos da internet”, porque fazer propaganda é proibido) dos “Dionas Bróders”, como pronunciava a repórter, a Bandeirantes não deixava por menos. Entrevistaram um psicólogo (!), para falar dos anéis de pureza (o quê?) da banda. Pelo menos o psicólogo foi direto e disse tratar-se de (mais) uma modinha adolescente tola - não nessas palavras, infelizmente.
Mas voltemos ao Fantástico. Se agora fazem matérias dando voz a menininhas cantando em inglês (o que eu falei de vergonha alheia?), registros no “Iutiube”, como falam os elegantes âncoras de telejornais, são capazes de nos fazer pensar que o programa está regredindo. Em tempos cada vez mais longínquos, sentíamos vergonha alheia de pastores.
E ainda mais com o Keyboard Cat, um gato especializado em tocar teclado - ninguém precisa vir dizer que se trata de uma manipulação mais sutil do que a feita com Louro José, ok - após situações de FAIL/OWNED. Deve ser old, mas tudo bem. E mais abaixo, um exemplo ainda mais digno do que é situação FAIL, ainda com Keyboard Cat.
A propósito, escrevi este post vendo mais uma vez Forrest Gump: o contador de histórias. Me inspirei a fazer este post lembrando de um dos slogans do memorável filme. Shit happens. Sometimes.
E por fim, como não sou fã da Globo... Baaaalaaaaaaaança, HFL!
Novidades em breve, aguardem e confiem...
Tudo sereno com vocês?
Hoje tô aqui pra informá-los, de que em breve teremos novidades no HFL...
Algumas mudanças surgem no visual, e vamos contar com um novo colaborador, Matheus Schenk Rocha, que já escreve pro DESPORTUGAL, um blog sobre esportes!!
Fiquem ligados!! Não somos novela, mas acompanha a gente aí!!
05 maio 2009
Sobre o Grunge...
Pensei em falar sobre música, estava ouvindo '' In Bloom'', e daí a inspiração pra esse novo post!!
Escolhi falar sobre o Grunge, e isso me fez lembrar Nirvana. Gosto muito de Nirvana, é uma banda underground que brilhou, fizeram grande sucesso, tinham muita atitude, Rock pra mim significa atitude, e essa coisa de banda de garagem e tudo muito alternativo também me atrai, assim como os anos 80!!
Kurt Cobain era o idolatrado vocalista, com suas letras quase sempre sarcásticas e melancólicas, frisando o desejo de liberdade, o Grunge sempre teve um quê de ''vou me matar'', sempre foi algo trágico, depressivo. Tragédias e melancolias essas que angariaram milhares de fãs por todo o mundo. É muito fácil reconhecer um fã de Grunge. Geralmente, andam de camisa de flanela (vulgo camisa de lenhador), ah claro! essa camisa de flanela é usada por cima de uma camiseta de alguma banda, tem também o jeans rasgado, é infalível, se você pechar com alguém trajado dessa forma já sabe que é um apreciador das famigeradas bandas de garagem.
O Grunge é oriundo de Seattle, teve grande popularidade em meados dos anos 90, e sua ''decadência'' também se deu ali nos 90's. Pode se dizer que o Grunge foi uma reação contra o domínio que o Glam Metal exercia na época (ah o Glam Metal, o Hard Rock, minhas outras paixões musicais, logo teremos posts sobre essas duas vertentes!), e Nirvana foi a grande banda do movimento. Outras bandas como Pearl Jam e Stone Temple Pilots, fizeram grande sucesso, e claro, não podemos esquecer de Alice in Chains com a magnífica canção ''Man in The Box''. Soundgarden, que banda boa, ''Black Hole Sun'', essa música é MARA como diz o outro, no tempo em que Chris Cornell era um gurisinho ainda.
O declínio do movimento começou após o suicídio de Kurt Cobain, se bem que a galera não queria sucesso mesmo, o povo Grunge era avesso ao mainstream... Dizem até que Kurt se matou por esse motivo mesmo, afinal, ele não queria sucesso, queria apenas fazer o som dele, e as coisas tomaram proporções enormes. Aquilo não estava no script, pelo menos não no de Kurt. O cara que transformou o underground em sucesso comercial e deu voz a milhões de ''rebeldes sem causa'' mundo afora...
À propósito, a música ''In Bloom'' que eu citei lá no início é do Nirvana, e é uma crítica às pessoas que ignoravam o significado por trás das canções. Foi lançada no álbum Nervermind, álbum esse que consagrou a banda no mundo todo.